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Indústria e Economia

A actual indústria finlandesa, após profundas alterações

Escrito para a Virtual Finland (actual thisisFINLAND), por Jyrki Vesikansa

Refinaria petrolifera em Porvoo - Fotografia: FortumRefinaria petrolifera em Porvoo - Fotografia: Fortum

Em apenas dez anos, a estrutura da indústria finlandesa mudou mais do que a maioria dos finlandeses alguma vez se tenha apercebido. No final da década de 90, uma economia que em séculos se baseou nas vastas florestas do país, repentinamente descobriu que o sector mais importante, em termos de mais valia e exportações recaía sobre a electrónica. Costumávamos afirmar que, "A Finlândia vive das suas florestas", mas hoje teríamos que acrescentar, " ...e da Nokia". E vive bastante bem.

Uma história recheada de eventos por detrás do avanço triunfal da Nokia

A ascensão da Nokia a tamanha proeminência deve-se ao resultado de uma visão futurista e algumas felizes coincidências. A empresa original foi pioneira desde o início, porque fundou a primeira fábrica mecanizada de pasta de papel, em 1865, adicionando desde muito cedo o papel e a pasta à sua produção. Na década de 20, as fábricas líderes na produção de cablagem e borracha juntaram-se ao negócio. Na década de 50, o director executivo, Björn Westerlund, anteviu de uma forma abrangente que as perspectivas de crescimento de alguns destes sectores seriam limitados, e seguindo esta antevisão resolveu estabelecer uma divisão de electrónica na fábrica de cablagem de Helsínquia.

O que se passou a seguir foi um longo período de experiências e erros, e a divisão electrónica da Nokia sofreu prejuízos por 15 anos consecutivos. De facto, foi num teor humorístico apelidada como a "universidade". Porém todas as experiências e erros cometidos começaram gradualmente a caracterizar-se como um "know-how" substancial levado a cabo por um quadro de especialistas talentosos. Subsídios de apoio à tecnologia e encomendas governamentais certamente que ajudaram, é claro.

Linha de produção dos telemóveis. Nokia Fotografia: NokiaLinha de produção dos telemóveis. Nokia Fotografia: Nokia

Nos finais da década de 70, a Nokia e o fabricante de televisores, Salora, uniram esforços para desenvolver os telefones móveis, e na década de 80 deu-se a fusão da Salora com a Nokia. Por volta do mesmo período, a Nokia adquiriu a operadora telefónica estatal, Televa. No entanto, nem todas as políticas levadas a cabo pela Nokia, com o objectivo de atingir o posto de líder mundial na produção de telefones móveis foram bem   sucedidas: na década de 80, a Nokia comprou as operações de produção de televisões da SEL, na Alemanha, mas foi forçada a abandonar o empreendimento. O próprio sector de produção de computadores da Nokia foi igualmente vendido à ICL.

No início da década de 90, a Nokia encontrava-se num estado de profunda crise, mas o novo director executivo, Jorma Ollila, decidiu concentrar esforços nos telefones móveis e redes telefónicas e vender as restantes áreas de actividade. Foi dado um impulso adicional à consequente corrida ao topo, por parte do grupo, pelo facto de que inevitavelmente o mercado das pequenas operadoras de telecomunicações encontrava-se sem regulamentação numa fase inicial. Em resultado, a primeira chamada GSM de sempre foi feita na Finlândia, em 1991.

O mercado global de telefones móveis começou a expandir-se muito rapidamente a meio da década de 90. A Nokia tornou-se a empresa n.º1, abrindo fábricas e "outlets", um pouco por todo o mundo, apesar de inicialmente ter lidado com uma difícil crise logística em 1995, a qual solucionou com a criação de novos e eficientes sistemas operativos. Estes sistemas auxiliaram a empresa a permanecer lucrativa à entrada do século XXI, enquanto a expansão estonteante do mercado global de telefones móveis atingiu uma desaceleração e a competição internacional de preços tornou-se ainda mais agressiva. Várias empresas finlandesas atingiram um destaque internacional apoiadas pela Nokia, incluindo a Perlos, que produz capas para telemóveis e a empresa subcontratada, Elcoteq.

Uma longa história de engenharia electrotécnica

As raízes da engenharia electrotécnica na Finlândia remontam aos finais do século XIX, quando Gottfried Strömberg construiu os seus primeiros geradores e motores eléctricos. A companhia que fundou é agora uma parte integrante e lucrativa do grupo Asia Brown Boveri. Outras empresas finlandesas, como a Instru, Vaisala e a Neles, agora parte da Metso, foram bem sucedidas em áreas, como a automação industrial, tecnologia médica e meteorológica

O trabalho em madeira é de alta tecnologia

Na Finlândia, apoximadamente 5% do abate florestal é efectuado manualmente. Fotografia: UPM-KymmeneO trabalho em madeira mantém-se como outro grande sector industrial na Finlândia. Nesta área, também verificamos que a tecnologia avançada desempenha um papel cada vez mais importante. Actualmente, a mão-de-obra altamente especializada e bem paga, a trabalhar nas fábricas de papel tende a executar funções num computador numa sala de controlo, e é apenas quando surge uma falha mecânica, como por exemplo quando ocorre uma interrupção na teia de papel, que os técnicos são chamados a intervir na linha de produção pondo mãos à obra junto da maquinaria pesada.

O produtor líder mundial em maquinaria de fabrico de papel

Funcionários a manobrar rolos produzidos numa fábrica de papel. Fotografia: UPM-KymmeneA indústria metalúrgica e de engenharia tem uma longa história na Finlândia, mas a grande expansão não chegou até ao meio da década de 40, com as necessidades emergentes de equipamento e armamentos durante o tempo de guerra e consequentes reparações que a Finlândia teve que fornecer à União Soviética, como parte do acordo de paz. Desde então, o principal objectivo foi direccionado para o design e para a maquinaria de manufactura avançada de trabalho em madeira. A Metso, formada por várias empresas, incluindo a 

Linha de montagen dos tractores Valtra, em Suolahti. Fotografia: ValtraValmet e a Tampella, é hoje tida como a produtora líder mundial de maquinaria de fabrico de papel. Estas empresas caracterizam-se como enormes e complexas unidades tecnológicas. Porém, o mercado sofre de consideráveis altos e baixos, facto este que se reflecte inevitavelmente nos lucros. Outras companhias de engenharia produzem maquinarias de serração, etc..

Cruzeiros de Luxo e quebra-gelos

Navio de cruzeiro, Carnival Legend construído pelo armador, Masa Yards. Fotografia: Mylius GeroAs compensações de guerra que a Finlândia teve de pagar à União Soviética desde o meio da década de 40, poderão ser vistas, por outro lado, como um agradecimento pelo consequente crescimento que provocaram nos estaleiros navais finlandeses. Desde esse período que se tornaram famosos pela construção de quebra-gelos, embarcações necessárias todos os Invernos nos portos finlandeses para desimpedir as linhas de navegação através do gelo. Os construtores navais, Masa Yards e a Finnyards, muito embora actualmente sejam de propriedade norueguesa, produzem também outras embarcações, incluindo cruzeiros de luxo. Estas companhias sobreviveram à feroz competição internacional presente no sector agravadas no entanto pelos subsídios estatais atribuídos por muitos países, apesar de todos os esforços feitos pelo governo finlandês para pôr fim a esta prática. A Finlândia tem sido igualmente considerada como o produtor de plataformas petrolíferas líder de mercado. Naturalmente, um país com uma extensão tão vasta de linha costeira, com 200.000 lagos e enormes arquipélagos, é também conhecido pelas embarcações à vela e outros embarcações de recreio, (como por exemplo o Cisne "The Swan").

Do alcatrão aos químicos da industria florestal

Pode-se afirmar que as raízes da industria química remontam ao fabrico de alcatrão, uma área onde a Finlândia foi uma das maiores produtoras mundiais no século XVII. A título de exemplo, o nascimento do império britânico deveu-se em grande parte à marinha real, cujos navios e cordas estavam protegidos por alcatrão finlandês. Actualmente, as principais áreas de actividade da industria química são os fertilizantes e explosivos Kemira, e a refinaria de petróleo Neste. Ambas as companhias foram criadas inicialmente por razões de defesa nacional, para salvaguardar o regular funcionamento da sociedade finlandesa em tempos de crise.

O design finlandês é importante para a imagem da Finlândia

A Marimekko é uma empresa de renome na área do desing e produção de vestuários. O design de camisola Tasaraita é da autoria de Annika Rimala. Fotografia: Marimekko/Ari LyijynenO design finlandês nunca foi de grande importância económica, mas é bastante significativo para a imagem do país, e para uma considerável percentagem de emprego no sector. As manufacturas de cerâmica, vidreira e de cutelaria estão agora concentradas na companhia Iittala, a qual detém igualmente as marcas Arabia e a Hackman. No entanto, estão a ser dados passos no sentido de vender este negócio com 200 anos de idade aos italianos da ALI Group, que se revelaram bastante interessados nos equipamentos de cozinha da Hackman (Metos). O futuro proprietário da Iittala em si permanece ainda incerto.

Muitos sectores em transformação

A industria de produtos alimentares finlandeses atravessou igualmente grandes alterações, em grande parte por ter aderido à UE, em 1995, o que significou a abolição das antigas licenças de importação sobre muitos produtos alimentares básicos, o que se caracterizava por ser uma forma de proteccionismo. No entanto hoje, os finlandeses tendem cada vez mais a optar pelos alimentos produzidos na Finlândia do que outrora, em parte devido aos numerosos sustos ligados aos produtos alimentares noutros países. A estrutura da industria alimentar finlandesa foi muito inflexível durante a era do licenciamento de importação anterior à adesão à UE e até mesmo hoje, a aquisição e processamento dos bens alimentares mantém-se em grande parte, nas mãos das cooperativas agrícolas.

A moderna indústria alimentar inclui a Valio, empresa produtora de uma vasta gama de lacticínios de larga escala, três empresas de grandes dimensões no sector da transformação de carne, o diversificado grupo Raisio, três empresas fabricantes de cerveja, duas grandes empresas de processamento de café, como por exemplo a Paulig, cadeias de panificação e doçaria tais como a Fazer e a Vaasan & Vaasan, alguns produtores de confeitaria, outras várias grandes empresas, e um grande número de pequenas empresas. Tudo aponta para uma continuidade relativamente às fusões e aquisições no sector.

Os sectores industriais da Finlândia (2005)

 

Mão-de-obra

Valor acrescido em biliões de EUR

%

Indústria da electricidade e electrónica

60,927

7,1

21,6

Maquinaria e veículos de transporte

78,625

4,89

14,4

Indústria florestal

57,890

4,3

13,1

Indústria química

35,958

3,6

10,9

Fornecimento de água e energia

15,511

2,9

8,8

Productos metalúrgicos

41,722

2,3

6,8

Indústria alimentar

35,256

2,1

6,4

Metalurgia e minas

20,637

1,9

5,9

Publicação e impressão

27,597

1,6

5,1

Productos de minério não ferrosos

15,160

1,1

3,5

Têsteis

11,127

0,5

1,5

Mobiliário

9,906

0,4

1,4

Outras indústrias

3,700

0,2

0,6

Indústria: totais globais

415,076

33,3

100

Fonte; Estatísticas da Finlândia

A Finlândia necessita de grandes quantidades de energia.

Fábrica hidroeléctrica, Pyhäkoski. Fotografia: FortumA Finlândia necessita de grandes quantidades de electricidade, para a industria florestal e para os lares durante os longos e sombrios Invernos. Antigamente, os edifícios eram aquecidos individualmente, recorrendo à lenha, mas actualmente a grande maioria das habitações estão ligadas aos sistemas de aquecimento distritais, ou utilizam aquecimentos de óleo combustível, ou de electricidade directa. Nas quintas, o desperdício de madeira resultante da limpeza dos troncos e dos desbastes florestais que não valem a pena transportar para a fábrica de papel mais próxima, são também largamente usados para a produção de electricidade. Outra fonte de energia é a turfa oriunda dos vastos terrenos pantanosos do país.

Política industrial e de propriedade

Na década de 80, a industria finlandesa era quase inteiramente propriedade finlandesa, e a legislação delineava limites rigorosos sobre a propriedade estrangeira. Por um longo período, cerca de 20% de toda a industria era detida pelo estado. Outros proprietários de relevo eram os bancos finlandeses e companhias de seguros, os quais eram fontes vitais de crédito para a Finlândia, que habitualmente sofria de uma falta crónica de capital. Por outro lado, a taxa de juro real era por vezes inexistente, e o sistema de tributação encorajava o investimento. As origens das empresas privadas na sua grande maioria remontam ao século XIX e às célebres "Vinte famílias" da Finlândia.

As maiores empresas industriais da Finlândia em 2006

 

Sector

Volume de Negócios em milhões de euros

1. Nokia

Electrónica

41,1

 

2. Stora Enso

Industria florestal

14,6

 

3. Neste Oil

Energia, Petróleo

12,7

 

4. UPM-Kymmene

Industria florestal

10,0

 

5. Metsäliitto
   (M-Real)

Industria florestal

9,2

 

6. Kesko

Cadeia de vendas a retalho

8,7

 

7. Sampo

Finanças e Investimento

7,1

 

8. SOK

Cadeia de vendas a retalho

6,8

 

9. Outokumpu

Metalurgia

6,1

 

10. Tamro

Indústria farmaceutica

5,5

 

Fonte: Estatísticas da Finlândia 2008

Publicado em Junho 2004/Estatísticas actualizadas em 2009

Agricultura, As Florestas e Silvicultura na Finlândia e Protecção Ambiental

Fábrica de papel de Enso-Gutzeit Oy, Kaukopää, Imatra. Fotografia: Arto HämäläinenActualmente, a Finlândia é um exemplo típico de uma economia industrial avançada: dois terços dos seus rendimentos são gerados pelo sector de serviços.

A média dos rendimentos de um lar finlandês aproxima-se da média da União Europeia, com uma média PIB per capita de 25.500 euros (22.600 USD), relativamente ao ano de 2000.

O desemprego era o mais sério problema que sobrecarregava a economia do país. Em 1990, a taxa de desemprego era de apenas 3,4%, mas com o avanço da recessão esta taxa subiu em flecha para atingir, em 1994, os 18,4%. Esta taxa de desemprego era 9,1% nos finais de 2002

Comércio externo Os principais parceiros comerciais da Finlândia são: a Alemanha, a Suécia, o Reino Unido, os Estados Unidos, a França e o Japão.

Agricultura

Fotografia: Raija PöyhönenA área de terreno cultivável é de 2.460.000 hectares, dos quais a área cultivada é de 2.219.000 hectares (2001). O número de propriedades activas é de 76.319, das quais 64.836 no máximo 50 hectares de terreno (2001). A auto-suficiência (2001; % da produção de consumo): cereais 92%, lacticínios 135%, ovos 113%, carne de porco 105%, carne de vaca 97%, açúcar 71%.

Mais informações em inglês - Ministerio de Agricultura e das Florestas.

Recursos florestais  

A Finlândia é o país com a mais elevada percentagem de área florestal na Europa. A silvicultura finlandesa pratica-se sob condições excepcionais, devido à localização do país no extremo Norte da Europa e pelo elevado número de proprietários florestais privados.

Em 2000, 10,6 % das florestas finlandesas estavam sob protecção, o que fez com que as florestas finlandesas fossem as mais bem protegidas da Europa.

A indústria florestal continua a ser um dos maiores sectores de actividade económica na Finlândia. Para ler mais sobre o artigo "As Florestas e Silvicultura na Finlândia".

A Protecção Ambiental

 As empresas finlandesas têm um longo historial no que respeita à sua participação activa na protecção ambiental e no desenvolvimento de produtos. A indústria florestal tem investido anualmente quantias importantes na protecção ambiental, principalmente na redução da poluição do ar e das águas. Para ler mais sobre o artigo "A Protecção Ambiental na Finlândia".

Competividade Mundial

O desempenho da Finlândia nos dois estudos de mercado sobre a competitividade, produzidos pelo Fórum Económico Mundial (WEF) sedeado em Genebra, e publicados no final do passado mês de Outubro, estão a tornar-se evidentemente num hábito, se bem que benigno.

O estudo de mercado sobre o crescimento da competitividade publicado no final do mês de Outubro foi o segundo numa linha de estudos classificando a Finlândia como detentora da melhor economia mundial, à frente dos E.U.A., Suécia, Dinamarca e Taiwan.

Quanto ao estudo de mercado do FEM (WEF), sobre a competitividade empresarial, a Finlândia ficou em primeiro lugar este ano, tendo ficado em segundo em 2002, deixando o lugar cimeiro para os E.U.A..

O primeiro dos dois estudos de mercado, realizado entre líderes empresariais avaliou a competitividade económica tendo por base a tecnologia do país, a qualidade das instituições públicas e a macroeconomia, bem como factores de relevo, tais como o PIB, consumo e investimento

No estudo de competitividade empresarial, a Finlândia arrecadou o lugar cimeiro, após ter perdido para os E.U.A., em 2002. O mero facto de que a Finlândia é a pátria da Nokia, líder mundial em desenvolvimento e vendas de telemóveis, quer dizer muito sobre a perspicácia empresarial finlandesa.

No seguimento das publicações dos estudos de mercado, o economista chefe do FEM, Augusto Lopez-Claro, afirmou o seguinte: "Se há uma lição a retirar do nosso exercício, é a que a força e coerência das políticas governamentais têm um enorme peso na classificação do país."

Neste contexto é relevante notar que a Finlândia tem uma política admiravelmente estável e o seu sistema educativo tem sido, nestes últimos anos, alvo de elogios internacionais a todos os níveis.

Os estudos de mercado do Fórum Económico Mundial englobaram 102 países, cujos desempenhos foram medidos tendo por base dados estatísticos, para além das declarações apresentadas por líderes empresariais.

Alguns observadores verificaram uma fraqueza neste procedimento. Por exemplo, dois investigadores no reputado instituto de pesquisa da economia finlandesa, citados na imprensa finlandesa, salientaram o facto de que enquanto a Finlândia estiver inquestionavelmente entre os países mais competitivos do mundo, tendo por base somente provas estatísticas, não estará tão bem classificada. Na opinião destes dois investigadores, a classificação da Finlândia é sobrevalorizada através dos pontos de vista pessoais dos directores nas grandes empresas.

Joe Brady/Virtual Finland - Publicado em Novembro de 2003

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Atualizado 10/05/2010


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